Edição 2016 Edição 2016

O Prêmio Gilberto Velho Mídia e Drogas anunciou no dia 2 dezembro os vencedores de sua edição de 2016. Foram recebidas mais de 50 candidaturas de veículos impressos e digitais de várias partes do Brasil. Assim como no ano anterior, foram concedidos três prêmios principais, além de duas menções honrosas. Veja abaixo os vencedores:


1º colocado

Débora Melo, Carta Capital

Débora Melo, jornalista da Carta Capital e vencedora do 1º lugar do Prêmio Gilberto Velho

Débora Melo, 32 anos, ganhou o prêmio principal, pelas três reportagens que inscreveu: “O Brasil entra no mapa da medicina psicodélica”; “Osmar Terra e o retrocesso na política de drogas” e “A cracolândia no centro da disputa política em São Paulo” (esta, com colaboração do jornalista Tadeu Amaral). Débora trabalha há dez anos como jornalista e é repórter da Carta Capital.




2º colocado

Alessandra Mendes, jornal Hoje em Dia e rádio Itatiaia

Alessandra Mendes, jornalista do jornal Hoje em Dia e vencedora do 2º lugar do Prêmio Gilberto Velho

Alessandra Mendes, 29 anos, levou o segundo lugar do Prêmio Gilberto Velho Mídia e Drogas 2016 pela reportagem “100% irregulares: vistorias em 42 comunidades terapêuticas apontam violações de regras e direitos”. Alessandra trabalha como jornalista há 8 anos e é repórter do jornal Hoje em Dia e produtora da rádio Itatiaia.



3º colocado

Ana Luiza Voltolini Uwai, Instituto Terra, Trabalho e Cidadania

Ana Luiza Uwai, jornalista do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania e vencedora do 3º lugar do Prêmio Gilberto Velho

Ana Luiza Voltolini Uwai, 22 anos, foi a vencedora do terceiro lugar do prêmio com a reportagem “Nosotras: Quem são as bolivianas presas em São Paulo” publicada pela edição brasileira do Le Monde Diplomatique. Ana Luiza trabalha como jornalista no Instituto Terra, Trabalho e Cidadania há dois anos.



 

Menção honrosa:

Fernanda Texeira Ribeiro, 32 anos, ganhou a menção honrosa do prêmio pela reportagem “Maconha: não basta ser contra ou a favor, é preciso entendê-la”. Fernanda foi subeditora da revista Mente e Cérebro por quatro anos, atualmente é editora da revista NeuroEducação.

Juliano Amengual Tatsch, 32 anos, coordenou a equipe que venceu a segunda menção honrosa do prêmio pela reportagem “Drogas: Os caminhos das políticas públicas no Brasil”. Juliano trabalha como jornalista há nove anos e é redator do Jornal do Comércio.